Quem não quer vencer um concurso de fotografia? Além de divertido, a atividade pode render muitos benefícios aos participantes e, especialmente, para o fotógrafo que melhor se destacar.

Então conheça 3 dicas de concursos de fotografia que acontecem ainda em 2019.

XXIII Salão Nacional de arte fotográfica Foto Clube de Londrina – 2019

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Aos melhores trabalhos serão outorgadas troféus, além de menções honrosas, a critério da comissão julgadora.

Prorrogado até 25 de outubro de 2019, poderão participar qualquer pessoa residente no Brasil, associada ou não ao foto clube, que pratique a fotografia como forma de arte (as fotos coloridas concorrerão com as em branco e preto, sem separação).  Veja os detalhes do regulamento do concurso no link do Salão.

II Concurso Nacional de Fotografia Foto In Foco 2019

Pessoas e expressões é o tema do Foto In Foco e as inscrições vão até o dia 03 de novembro de 2019. Mais detalhes podem ser solicitados por meio do e-mail ou whatsapp disponibilizados pela organizadora. Podem participar fotógrafos profissionais e amadores, brasileiros e estrangeiros radicados no Brasil. Se você gosta de registrar pessoas e está disposto a aceitar o desafio proposto que está além dos retratos tradicionais.

A proposta é registrar diferentes pessoas em diferentes formas de expressão. “Queremos ver o subjetivo escondido numa expressão artística; a maneira como as pessoas  expressam seus sentimentos em relação ao mundo e às outras pessoas; suas expressões culturais e de linguagem”, é o que diz no regulamento. Confira todos os detalhes e participe.

HIPA International Photography Award 2019-2020

Criada em 2011, a premiação chega a sua nona edição com o objetivo de “inspirar talentos artísticos e intelectuais a propagar o real espírito da fotografia, além de premiar e trazer reconhecimento para pessoas inovadoras do mundo inteiro”.

As inscrições podem ser feitas através do site do concurso até o dia 31 de outubro de 2019. Serão selecionados 5 trabalhos fotográficos em um total de 4 categorias: Água (Tema principal dessa edição); Portfolio (Story-telling); Geral; Fotografia Mobile. Leia o regulamento.

Premiação no valor de U$ 120 mil

O grande vencedor receberá uma premiação em dinheiro no valor de US$ 120 mil. Além disso, os participantes concorrerão ainda a outros três prêmios: Photography Appreciation Award (US$ 20 mil); Photography Content Creator Award (US$ 15 mil); Emerging Person in Photography Award (US$ 10 mil).

Fonte: Iphoto Channel.

Inscrições e detalhes: hipa.ae

O histograma nada mais é que um gráfico que permite interpretar as imagens.

Com esse recurso, é possível entender como os pixels estão distribuídos em determinadas fotografias.

Mas, como interpretar e entender o que diz os gráficos?

É exatamente sobre esse assunto que este post irá tratar.

Para que serve o histograma na fotografia digital?

O histograma auxilia o processo de “revelação” da fotografia, quando a mesma é obtida no formato RAW, como também nos ajustes necessários na finalização e edição de imagens. Dessa forma, é possível obter a melhor exposição da foto, mesmo depois de registrada.

É uma ferramenta útil também para a hora em que se faz a foto, pois como o visor da câmera “engana” muito quanto ao resultado final, é por meio do histograma que identifica-se a falta ou excesso de luz na imagem.

Por meio do histograma, o fotógrafo pode analisar e corrigir a fotografia ainda quando a está produzindo, corrigindo-a e verificando o tipo de luz. Além de analisar e medir os tons de cinza.

Como ler e usar o histograma?

Como acontece na maioria dos gráficos, o histograma de uma imagem fotográfica tem dois eixos: horizontal e vertical.

Dessa forma, é possível avaliar a quantidade de pixel da imagem por área de luminosidade. Por exemplo: quando há predominância de pixel para a direita, significa que a foto está mais clara e pode estar “estourada”, enquanto que para a esquerda, significa o oposto, foto está mais escura.

Não existe um padrão da curva que possa ser adotado como modelo, pois as variações e também o resultado que se deseja dar para a fotografia é o que definirá o “formato” do histograma. O importante é utilizar a ferramenta para garantir que a fotografia será registrada e processada com a qualidade e efeitos desejados.

Histogramas para a direita

Histograma para a esquerda

Histograma na área central

Há não muito tempo, havia apenas uma forma de aprender fotografar. E esse modo se chamava modo manual.

Agora, vamos imaginar os “calafrios” de cada clique de uma cobertura social, sem a possibilidade de ver o resultado na hora.

Para fotógrafos da era digital, isso pode parecer inimaginável. Mas era assim que as coisas funcionavam.

Com o avanço da tecnologia, o automático passa a dominar a preferência de muitos fotógrafos, especialmente os que são iniciantes.

Muita discussão sobre o assunto estão aos montes espalhadas pelas redes sociais.

Para alguns, pode parecer que quem domina a técnica é tratado como fotógrafo mais capaz e evoluído.

E então,  qual será a melhor opção ao fotografar?

Modo automático ou manual: qual é a melhor opção?

A correta interpretação da luz na cena e a compreensão da melhor parametrização da câmera é o que define a qualidade da imagem fotográfica.

Dessa forma, a decisão que o fotógrafo deve tomar é quem será o responsável pela escolha do conjunto “Abertura da lente (abertura do diafragma)”, “Velocidade do obturador” e “sensibilidade ISO”.

Ele mesmo (ao assumir o controle manual) ou a câmera fotográfica, com seus recursos automatizados?

Dependendo da condição de luz, ambiente e resultado desejado, não há nada de errado em adotar o modo automático, especialmente se as condições de iluminação estiverem favoráveis.

Existem alguns benefícios ao fotografar no automático. Como, por exemplo, mais liberdade para pensar na composição e enquadramento.

No entanto, em alguns momentos, somente o modo manual permitirá alcançar determinados resultados. As fotografias em contraluz é um desses cados em que a melhor opção será assumir o controle da câmera.

Além da parametrização da câmera, utilizar a lente com foco automático também se tornou uma necessidade. Mas em alguns casos, como na macro ou micro-fotografia, o foco manual é que garante o objeto adequadamente no foco.

Se você tem curiosidade sobre o fato de como os fungos atingem as lentes fotográficas, então esse texto é para você.

Os fungos conseguem acessar lentes fotográficas por meio de mecanismos microscópicos, como a poeira por exemplo.

Depois de alojados, conseguem se reproduzir com facilidade, pois as lentes fotográficas propiciam o ambiente perfeito para a reprodução.

Um ambiente úmido e com zero de ventilação é perfeito para esses micro-organismos.

Nenhum fotógrafo quer fungos em suas lentes, pois além de prejudicar o equipamento e, consequentemente, as fotografias, ainda é possível que eles se proliferem para outros locais dentro da mesma lente ou, ainda, migrem para outras lentes próximas. Ou pior: cheguem até o espelho e sensor da câmera fotográfica.

Ao contrário do que se imagina, manter a câmera fotográfica guardada em sua respectiva bolsa protetora, não a protege dos fungos.

Isso porque aquele ambiente é um local perfeito para a proliferação dos fungos, já que é escuro, sem ventilação e úmido.

Por isso, aqui vão as dica de como evitar o aparecimento dos micro-organismos em lentes e equipamentos fotográficos. Mas, antes é preciso saber

O que são esses micro-organismos?

Os fungos são organismos microscópicos que se aglutinam e formam tecidos que formam bolores ou mofos e cogumelos. São plantas, bactérias e animais.

O que fazer para evitar fungos nas lentes fotográficas?

Fotografando

A melhor maneira de evitar fungos, adivinhe! É fazer o que mais se gosta: fotografar. Isso mesmo, pois a luz e o movimento dos mecanismo da câmera ajudarão prevenir o aparecimento de fungos.

Controle de unidade

É possível fazer o controle de umidade com uso de um acessível componente chamado silica gel, que previne a formação de mofo e oxidação.

O produto retira a umidade contida nos locais, impede que haja a proliferação de fungos e a reação química de produtos e materiais sensíveis às moléculas de água em suspensão.

O resultado, é a inibição da ferrugem e outras alterações de superfície.

Limpeza após o uso em locais de maresia ou umidade

Praia e natureza são temas que geram linda fotografias, não é verdade? Lembre-se apenas de fazer a limpeza das lentes, após usar o equipamento nesses ambientes.

Use um kit de limpeza para essa finalidade, como estes neste link.

Porém, atente-se a esta ordem de limpeza:

  1. Use primeiro a bombinha de ar, passando-a suavemente sobre a superfície da lente, enquanto a aperta para liberar o ar.
  2. Somente após a limpeza com a bombinha, use o pano especial, complementando a limpeza.
  3. Essa ordem é importante, porque evitará de riscar a lente com fragmentos minúsculos que lá estejam.

Evite contato com couro

Sim! O couro é um material orgânico e retém umidade. Dessa forma, mantenha seu equipamento fotográfico longe desse tipo de material.

Use filtro de proteção

Os filtros de lente possuem diversas finalidades para aprimorar as fotografias. Mas um deles pode ser utilizado como filtro de proteção e poderá fazer parte do conjunto ótico permanentemente.

Trata-se do filtro de proteção Ultra Violeta (FIltro UV) – esse acessório evita que a lente seja riscada e tenha contato direto com poeira e oleosidade causada pelos dedos colocados acidentalmente na lente.

Antes de adquirir o seu, certifique-se de escolher a milimetragem correta para a sua lente.

Limpeza do sensor

Caso os fungos tenham atingidos o sensor da câmera fotográfica, o melhor a fazer é levá-la para a assistência técnica especializada, preferencialmente a que for indicada no manual da câmera.

Não tente fazer a limpeza do sensor em casa.

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ISO (International Standards Organization) é uma sigla que representa a sensibilidade do sensor da câmera fotográfica em relação à luz do ambiente. Antes conhecido com ASA (American Standards Association), era necessário usar um rolo de filme com o ISO/ASA determinado, enquanto que hoje, com as câmeras fotográficas digitais, é possível alterar o ISO, de acordo com as condições de luz do ambiente ou com a composição que o fotógrafo deseja aplicar à imagem.

De forma mais prática, alterar a sensibilidade ISO em uma câmera, significar incrementar ou decrementar a sensibilidade em escala que representa o dobro da sensibilidade. Ou, dada alteração da escala ISO tornará o sensor 2 vezes mais ou menos sensível à luz.

As escalas ISO são 100, 200, 400, 800, 1600, 3200 e assim por diante, sendo que atualmente há câmeras com fornece até 102.400 ISO.

Como usar a escala ISO?

De modo geral, quanto maio luz, menor deve ser a sensibilidade ISO e, quanto menos luz, maior a maior a sensibilidade ISO. No entanto, é necessário considerar os efeitos associados a escolha da sensibilidade ISO ao realizar fotografias.

No entanto, é imprescindível considerar que o aumento do ISO altera a característica e qualidade da imagem, causando o “efeito granulado” ou ruído. Em boas condições de iluminação, o ideal é usar ISOs baixos (100,200,400) para registrar uma imagem “limpa”, sem granulação ou ruído. O ruído deixa a foto com os pixels maiores, o que causa a sensação de imagem sem nitidez.

Em ambientes com pouca luz, é necessário usar ISOs altos para que a foto não fique escura demais.

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